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17-09-2020

Quer entender melhor o motor do seu carro?

Temos mais um conteúdo bacana sobre motores por aqui. Dá uma lidinha ;)


Veja abaixo mais diversos tipos de motores existentes e no que eles pedem aquela atençãozinha especial.

TURBO: Nas unidades de Ciclo Otto sobrealimentadas é necessário que o usuário respeite a troca do filtro de ar. A degradação da peça permite a entrada de partículas abrasivas, que desgastam as paletas do turbo compressor. Além disso, deve-se ter cuidado com a lubrificação, devido à própria característica de construção dos motores turbinados. “Como há aumento de pressão dentro do cilindro e de esforço em todas as direções da câmara de combustão, isso leva o motor turbo a ter um consumo de lubrificante ligeiramente elevado frente ao aspirado”, explica o engenheiro mecânico, especialista em manutenção automotiva, Renato Passos.

COMPRESSOR MECÂNICO: A principal diferença entre o motor com turbo compressor e o com compressor mecânico está no óleo. Os dois vão exercer uma pressão maior dentro da câmara de combustão. Só que o compressor fica à parte do conjunto, não está tão integrado ao motor como a turbina. O óleo que circula no motor não circula no compressor mecânico.

TURBODIESEL: No Ciclo Diesel o motor funciona com pressões mais altas na câmara de combustão do que no Otto. Por isso, os componentes geralmente são mais robustos e, consequentemente, mais caros. Porém, são motores mais duráveis e cujos intervalos de manutenção costumam ser mais longos – um exemplo é o Jeep Renegade, cujas revisões das versões turbo diesel são a cada 20.000 km, contra espaços de 12.000 km para os flex.

HÍBRIDOS: Nos híbridos, sejam leves, plug-in ou plenos, a grande questão está nas baterias mesmo problema dos elétricos. Como são modelos mais pesados, itens como suspensão, freios, pneus e transmissão costumam exigir maior atenção e manutenção. Os dois sistemas de propulsão, obviamente, não diminuem a necessidade de revisão periódica. O intervalo de manutenção do motor a combustão é que pode ser maior, mas varia conforme o uso. “O motor a combustão, teoricamente, é menos exigido. Mas depende do uso do veículo. Na cidade, o elétrico é mais acionado, mas, em viagens mais longas e com muitas retomadas, o a combustão é o que trabalha mais”, explica Lopes da Silva.

ELÉTRICO: Manutenção do elétrico é mais simples porque o motor também é mais simples. Além disso, não há troca de lubrificantes, filtros de óleo ou de outros fluidos usuais nos motores a combustão. E, como os sistemas de transmissão costumam ser de marcha única, não há custos elevados com embreagem ou substituição de óleo. Aqui, pneus, freios e suspensão, pelo fato do peso da bateria, também requerem manutenção mais periódica. “O freio tende a ter manutenção mais cara pelo seu sistema regenerativo. Ele funciona como gerador. Então, não é como tirar o cubo de roda como em um Opala. É mais complexo e depende de ferramental e mão de obra especializados”, adverte Renato Passos.

 

Matéria escrita por Fernando Miragaya à Revista 4 Rodas.

 

Os outros motores estão no post anterior, dá uma passadinha lá para ver o conteúdo completo 

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